segunda-feira, 23 de janeiro de 2012
A explicação da minha soberba
excede minha tolerância e
excita minha soberba.
São violinos com muito verniz
e pouca melodia,
que só enchem a estante
E não fazem harmonia
na ópera da vida.
Pessoas como grandes livros
cheios de páginas em branco
que nada acrescentam.
Acomodam-se com o que incomoda
E seguem em frente como uma grande boiada,
Andando de modo
Ignorante em direção ao abate.
terça-feira, 11 de outubro de 2011
Ode à noite/Ódio ao dia

O céu azul não me inspira
segunda-feira, 12 de setembro de 2011
Pendências
terça-feira, 30 de agosto de 2011
Cresce como o Blues
A fumaça de um sonho
Se espalha pelo ar
Cinzas de um desejo
Caem sobre o cinzeiro vulgar
Alguns sonhos morrem
Sem chegar a raiz
Desistir é fácil
Quando a pedra te faz cair
Difícil é se levantar
Depois de ralar o joelho
Difícil é se reerguer
Quando a companhia é só o medo
Não desista de crescer
De lutar pelas estrelas
Não desista de crescer
Mesmo que a força esteja pequena
É fácil crescer na noite
O difícil é se manter
Charles, Darwin e Closeau
Também sentiram essa dor
Não acabe
Feito uma meretriz
Não acabe com o seu dia
Não se venda pela “bóia fria”
terça-feira, 23 de agosto de 2011
SUA GUERRA
Eu não quero mais sua impaciência
Mentiras e arrogância
Matando todos na infância
Numa guerra que não tem mais volta
Tiros na mente
Mentiras
Nosso mundo uma caldeira
Cozinhando sonhos inocentes
Sai
Não quero mais te ouvir
Justificar mortes e explosões
Deixando rosas sem expressões
Hei,essa é a sua guerra!
Eu não quero fazer parte dessa intolerância
Que não respeita, não tem mais esperança
Sai do meu mundo, segue teu rumo, procura teu irmão
E vê se não deixa minha casa uma destruição